sábado, 21 de julho de 2012

''Esta primeira palestra brota do coração. Sou batista. Não me envergonho de sê-lo e não pretendo deixar de sê-lo. Conheci o evangelho numa igreja batista. Foi por causa do ministério de uma delas que conheci Jesus Cristo como meu Salvador. Estudei num seminário batista, sustentado por igrejas batistas, e foi nele que recebi minha base teológica, e onde me apaixonei pela Teologia. Fui consagrado por um concílio de pastores batistas, a pedido de uma igreja batista, e sempre recebi sustento de igrejas batistas. O mínimo que posso ter pelos batistas é gratidão. Não vi incompatibilidade entre uma igreja batista e a essência do evangelho''...(texto extraído do blog do pastor; isaltino gomes coelho filho-pastor batista)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

HISTÓRIA DOS BATISTAS

João Smyth, que tinha formação teológica em Cambridge, foi pastor anglicano entre 1600 e 
1603, tornando-se então puritano e, mais tarde, em 1606, separatista. Teve no advogado Tomás 
Helwys um auxiliar competente na nova igreja separatista por ele iniciada. Com a grande 
perseguição encetada por Tiago I, e após muita discussão na congregação, houve a resolução de 
emigrarem para a Holanda, onde havia liberdade para os protestantes adorarem a Deus “de 
acordo com suas próprias premissas” Para a viagem até Amsterdã, que ocorreu entre 1607 e 
1608, a ajuda financeira de Tomás Helwys foi fundamental.  Smyth, era profundo 
estudioso das línguas originais da bíblia e concluiu que ele sua congregação traziam consigo  uma prática de batismo que não tinha valor, Assim é que, após convencer os membros 
da congregação, ele e Helwys dissolveram a igreja anterior e iniciaram uma nova igreja pelo 
batismo. Para isso, Smyth batizou a si mesmo e depois a Helwys, e os dois batizaram os demais 
componentes do grupo enquanto professavam a sua fé.O desejo era reconstruir uma igreja de 
acordo com os padrões do Novo Testamento, através do batismo de todos os crentes professos.
. Isso ocorreu em 1609. Smyth pediu filiação a outro grupo , enquanto Hewys ficou com o menor grupo 10 ou 12 (que continuou batista).Depois da organização da primeira igreja batista, João Smyth escreveu várias 
confissões de fé e, em uma delas, em 1612, apresentou o primeiro escrito nos tempos 
modernos a defender completa liberdade religiosa, afirmando que o magistrado deve 
deixar que a religião cristã seja livre, de acordo com a consciência de cada um
. Por sua 
vez, Tomás Helwys também escreveu vários trabalhos  e, finalmente, o livro intitulado 
Breve declaração do mistério da iniqüidade, publicado também em 1612, em que 
defende liberdade religiosa para todos, mesmo para os tiranos e os católicos romanosAssim, o grupo retornou à INGLATERRA se fixou em Spitafields, nas proximidades de 
Londres, no mesmo ano de 1612, sendo esta a primeira igreja batista em solo inglês.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

eco bag

_____ ''Chegou a hora de essa gente bronzeada mostrar o seu valor''...
é isso ai galera ! acabou a farra da sacolinha plástica,agora cada um de nós vai ter que levar sua bolsa retornável
para o mercado,mercearia,quitanda,bodega,feira ...seja qual for a porta de comércio está proibido em são paulo o uso de sacolas de polietileno, um bom motivo para nós cidadãos de conduta auto sustentável lançar mão da sua velha sacola e sair às ruas desfilando os nossos modelitos.Eu que não sou bobo já estou confeccionando as chamadas ECO-BAG; tem de vários tamanhos e estampas, adquira já a sua ! contatos pelas redes sociais: facebook,orkut e twitter.

domingo, 13 de novembro de 2011

Encarando os conflitos da vida

Basta ser um organismo vivo para que se tenha de enfrentar crises. Por isso, é possível afirmar que viver é administrar crises. Elas são de inúmeras ordens: Social, política, profissional, afetiva, existencial, financeira, de relacionamentos interpessoais, etc. Em família vivem-se conflitos de tal monta que sociólogos chegam mesmo a vaticinar o fim dessa instituição.
Conquanto sejam os conflitos um fato normal na vida do homem, cresce, infelizmente, a incapacidade de resolvê-los por não se saber encará-los de forma sábia e criativa. Erich Fromm, famoso psiquiatra, concluiu que “o homem prefere fugir a lutar”.
Para aqueles que têm experimentado a nova vida com Jesus, os conflitos passam a ser abordados buscando-se ajuda na Palavra de Deus, e os consequentes resultados hão de confirmar que realmente “todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus”. Em casa, no trabalho, na escola, esse procedimento é valioso na aproximação das pessoas em dificuldade e na extração das lições que nos serão valiosas em outras situações difíceis, que por certo surgirão.
Sem dúvida, enquanto vivermos, estaremos administrando conflitos de todos os tipos. Evitá-los é dar prevalência à fuga, ao escape, opção cômoda, medíocre, como, se ao invés de sermos discípulos de Cristo, nossa esperança, o fôssemos de Epicuro, o filósofo grego do IV século a.C., que orientava esquecer uma grande dor com a lembrança de coisas boas já vividas. Mas, sendo a dor insuportável, a solução prática e sumária era: “Suicide-se”. Isto é, adeus credores, adeus desemprego, adeus problemas familiares!
Por outro lado, enfrentar os impasses de maneira cristã, a saber, encarando-os como oportunidade de crescimento pessoal, possibilita-nos adquirir melhores condições de entender e abençoar os que nos cercam, com demonstrações de amor fraternal que se evidenciam através da brandura, da humildade, da compreensão, do respeito, virtudes indispensáveis a uma melhor qualidade nas relações interpessoais. O apóstolo Paulo aconselha “nada faça por contenda ou por vanglória, mas com humildade, cada um considere o outro superior a si mesmo”.
Certamente, quanto mais formos cristãos amadurecidos e mais sensíveis à boa, agradável e perfeita vontade de Deus, tanto mais próximos estaremos uns dos outros, e receberemos do Senhor a força de que nós mesmos não dispomos, para os enfrentamentos e as superações dos conflitos da vida. A caminhada que nos está proposta será mais suavemente trilhada.  fonte:Convenção Batista Brasileira www.batistas.com 

autocrítica

''Tanto a igreja local quanto a denominação, a fim de permanecerem sadias e florescentes, têm que aceitar a responsabilidade da autocrítica. Seria prejudicial às igrejas e à denominação se fosse negado ao indivíduo o direito de discordar, ou se fossem considerados nossos métodos ou técnicas como finais ou perfeitos. O trabalho de nossas igrejas e de nossa denominação precisa de freqüente avaliação, a fim de evitar a esterilidade do tradicionalíssimo. Isso especialmente se torna necessário na área dos métodos, mas também se aplica aos princípios e práticas históricas em sua relação à vida contemporânea. Isso significa que nossas igrejas, instituições e agências devem defender e proteger o direito de o povo perguntar e criticar construtivamente.
A autocrítica construtiva deve ser centralizada em problemas básicos e assim evitar os efeitos desintegrantes de acusações e recriminações. Criticar não significa deslealdade; a crítica pode resultar de um interesse profundo do bem-estar da denominação. Tal crítica visará ao desenvolvimento à maturidade cristã, tanto para o indivíduo quanto para a denominação.
Todo grupo de cristãos, para conservar sua produtividade, terá que aceitar a responsabilidade da autocrítica construtiva''.

domingo, 25 de setembro de 2011

____Ao ligar a tv, precisamente nos tele-jornais, nos deparamos diariamente com notícias que nos assustam.São fatos que realmente  nos abatem, que nos deixam perplexos ao ponto de questionarmos: Será que  existe saída ? quando nós assistimos a propagação exaustiva das notícias catastróficas, o sentimento que permeia a mente de todos é de desesperança.Mas  a resposta é SIM , existe saída,Ela está sendo construída por pessoas ''anônimas'' que não tem o seu nome super exposto nos principais veículos da mídia, mas que contribuem de forma excepcional na construção do caráter de muitas pessoas.Eu poderia citar muitos nomes aqui, nomes de pessoas de diversos setores tais como: da educação,da saúde,do esporte,terceiro setor,política,etc .Porém vou falar de uma pessoa, um Homem que lapida o caráter de outras pessoas através da música, um homem chamado ÊNIO ANTUNES.Natural de BRASÍLIA, ÊNIO leciona aulas de violino na emesp (escola de música do estado de são paulo) local onde crianças,jovens e adultos aprendem os primeiros passos da música até sua formação de musical.Mas não é só ali que que o MESTRE ajuda no amadurecimento de seus alunos, ele também mantém diversos projetos projetos paralelos ao seu trabalho de professor  na emesp entres eles: Arte do som, Musicando, Semente do Amanhã e a orquestra ANTUNES CÂMARA.São projetos tocados com pouquíssimos recursos mas que tem atingido objetivos reais e de muita satisfação para amigos,familiares e apoiadores desses projetos PARABÉNS ÊNIO ANTUNES !!! que trabalha em silêncio, longe dos holofotes, dos sensacionalistas, dos críticos . . .mas que têm contribuído e muito na construção,personificação e amadurecimento do caráter dos nossos jovens e adolescentes através da música. ÊNIO ANTUNES É UM LAPIDADOR DE CARÁTER.

sábado, 6 de agosto de 2011

feira da madrugada

_____EXISTE UM FENÔMENO EM SÃO PAULO ! E NÃO É DO RONALDO QUE VOU NARRAR É UM FENÔMENO CHAMADO FEIRA DA MADRUGADA. NOS ANOS OITENTA ELA JÁ EXISTIA,  FUNCIONAVA NA REGIÃO DA 25 DE MARÇO ; ELIÉSIA REGINA ( MINHA TIA QUE FALECEU ANO PASSADO) TINHA UMA BANCA LÁ, QUANDO VIM A SÃO PAULO PELA PRIMEIRA VEZ TIVE A OPORTUNIDADE DE CONHECER O ''FENÔMENO'' , ELA VENDIA CHAVEIRO DE ''FLUF''. ELES ERAM PRODUZIDOS COM UM TIPO DE ELÁSTICO CHAMADO NA ÉPOCA DE ''LASTEX''  ELA, MINHA TIA , OS PRODUZIA NOS FUNDOS DE SUA RESIDÊNCIA , LÁ NA PARADA INGLESA E GERAVA TRABALHO PARA MAIS OU MENOS  SEIS JOVENS NESSA ÉPOCA EU TINHA 18 ANOS. QUANDO VOLTEI À SÃO PAULO 10 ANOS DEPOIS FUI TRABALHAR EM UMA LOJA DE BOLSAS NA REGIÃO DA JOSÉ PAULINO , UM ANO E MEIO DEPOIS FUI DESPEDIDO E COMECEI A PRODUZIR CINTOS DE COURO E VENDER NA CALÇADA DA JOSÉ PAULINO ,LEVEI ALGUMAS FERRAMENTAS DE PRODUÇÃO PARA À CALÇADA NO INTUITO DE PROVAR QUE MEU PRODUTO ERA ARTESANAL MAIS NÃO TEVE  JEITO, UM BELO DIA A PREFEITURA APREENDEU TUDO.FOI AÌ QUE UM AMIGO ME CHAMOU PARA TRABALHAR AO LADO DELE NA FEIRA DA MADRUGADA NESSA ÉPOCA O ''FENÔMENO'' ESTAVA BOMBANDO NA REGIÃO DA RUA ORIENTE. ( BRÁS) A PREFEITA MARTA SUPLICY , DETERMINOU QUE A GUARDA CIVIL METROPOLITANA FICASSE DE PLANTÃO NO LOCAL(REGIÃO DA 25 DE MARÇO)À PARTIR DAS PRIMEIRAS HORAS DA MADRUGADA , FOI AÍ QUE OS AMBULANTES PASSARAM A TRABALHAR NA REGIÃO DA RUA ORIENTE NO BRÁS COM O APOIO DO SINDICATO DOS CAMELÔS. O FENÔMENO  CRESCEU DE TAL FORMA QUE ESPECULAVA-SE UM NÚMERO DE MAIS DE 5.000 (CINCO MIL )BARRACAS NA VIA PÚBLICA . NO ANO DE 2005  PREFEITURA, GOVERNO DO ESTADO E UNIÃO ESTE ÚLTIMO COM O TERRENO , CRIARAM A FEIRA LEGALIZADA , CEDERAM ESPAÇO PARA O AMBULANTE TRABALHAR ATRAVÉS DE SORTEIO,DERAM PARA NÓS DIGNIDADE , FORMALIDADE, ESPERANÇA ...  MAS O MESMO ESTADO QUE DEU TUDO ISSO , AGORA NOS TIRA TUDO  . . .  MEU NOME É   ERICH CURTS , EU CRIEI NA FEIRA DA MADRUGADA A LONA COM ZÍPER, NÃO É  CONTRABANDO , NÃO É PIRATARIA , NÃO É PRODUTO ROUBADO  ... É TRABALHO HONESTO QUE DEVERIA RECEBER DO ESTADO INCENTIVO E NÃO PERSEGUIÇÃO !